segunda-feira, 13 de maio de 2013

Olá, hola, hello, salut.


  •  Hoje apercebi-me que por vezes é melhor ficar sozinho, sem qualquer tipo de sentimentos.



  • Hoy yo tengo compreendido que por veces és mejor ficar solo, sin sentimientos. 



  • Today I understand sometimes it's better stay alone, without feelings.



  • Aujourd'hui je compris qui c'est mieux séjour seule, sans sentiments.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Não há mais nada.

Acordei e era mais um dia, um normal, daqueles que nos levantamos, comemos, tomamos banho e percebemos que não há mais nada por fazer.
Estava mais uma vez a preparar-me para tonificar alguns do músculos corporais com a dança, o vício, quando o meu telemóvel começa a vibrar, a transmitir um som esquisito que não me lembrava de ouvir à algum tempo. Era o som de uma chamada, coisa que não tinha à imenso tempo, era o meu patrão, sim o meu primeiro patrão, o Jeremy, o tal que me deu trabalho por algum tempo em França, o tal que passado 2 meses me disse : "A ti Cristiano, nunca te despedirei."!
Pois, ele enganou-me porque essa chamada, a tal referida, era mesmo isso, uma chamada de despedimento porque eu vim de férias, ao meu país e pelos vistos não podia vir. Bem, resolvi as coisas e comecei a colocar a música, uma daquelas bem melancólicas porque o contemporâneo apanhou-me de ponta, de novo. Dancei, chorei e suei ao som da mais linda balada, até ao momento em que aquelas quatro paredes me sufocavam, corri com os phones nos ouvidos até à ponte de metal e lá a tornei o meu palco predileto, o cenário perfeito, carros a passar por baixo de mim e eu a dançar ao som de "Clown". A coisa mais linda que posso imaginar.
Apercebi-me do que acabara de acontecer e chorei, chorei de novo sem pudor a tal, passou gente e eu nem disfarcei, não porque ao mesmo tempo, esta já não era a minha casa. Portugal parou de o ser à algum tempo, mas, tive mais medo porque afinal sou mais um dos milhões de jovens desempregados no país, 19 anos, um futuro em frente e sem possibilidade de o realizar, então tive o apoio de pessoas que me fizeram ver que o mundo não acabou e que ninguém me "cortou as pernas", que posso correr e alcançar tudo o que quero. Amanhã começa um novo dia, uma nova etapa, um novo mundo de oportunidades. Afinal, concluo que o dia não foi uma total perda de tempo. Obrigado, apenas isso, Cristiano Moura.

sábado, 3 de março de 2012

São muito!


Quando o último dia chegar sei que vou sentir algo parecido ao que senti ontem mas um bocado mais forte. Sei que estarão sempre ali do lado, sempre que for marcado um jantar vamos estar todos a rir, a contar as coisas da nossa vida, mas nunca será a mesma coisa e ninguém pode dizer que sim. "Vocês pessoas que eram 8 horas por dia passaram a ser pessoas das quartas feiras à tarde", NUNCA, nunca simplesmente porque vocês não são apenas pessoas, são as minhas pessoas, os meus amigos e foram 3 anos de escolariedade juntos que já não me imagino sem algo de cada um de vocês, vamos para estágio mas no fim vamos ver que sempre estivemos juntos e vamos rir à gargalhada pelas coisas que vamos contar. Férias, jantares, festas, tudo será igual porque estaremos na mesma todos juntos. Nunca irei dizer um adeus, porque na mente irei dizer um até já. Portanto, vamos começar agora, até já 12ºI.
Um amigo de turma, CristianoMoura!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

"não, não"


"Sou forte, sou duro." Seria talvez o inicio que eu esperava para este texto mas esta semana encarregou-se de me dar a volta, fez-me perceber que nem tudo é como queremos e que com o mais pequeno erro se pode criar o mais pesado pensamento. Percebi então que afinal a vida não é aquele mar que nós queremos e que pensamos seriamente que iremos ter. Cheguei à remota conclusão que não sou o homem duro que sempre pensei ser, percebi que afinal uma pequena "rajada de vento" me pode atirar para o mais fundo da depressão. Pensei em falar com a pessoa causadora disto tudo mas pensei melhor e não, não o posso fazer, não posso girar em retorno de tudo aquilo que é causador da minha infelicidade. Pensei erradamente que tudo iria ficar bem mas o erro foi meu. Quis achar que tudo seria meu, que eu poderia conquistar tudo. Não, não houve maneira de sair vencedor desta batalha. Tornei-me o meu maior inimigo surgindo como o auto-confiante, aquilo que nunca fui, sempre fui a pessoa mais fraca que conheço, eu mesmo me conheço como a pessoa mais estupidificadora. Não consigo dizer pra mim mesmo que o fim terá de chegar, não consigo conceber que tenha terminado tudo aquilo que queria mas afinal não foi preciso eu mesmo dizer isso, não foi preciso dizer aquilo que sentia porque tu fizes-te isso mais rápido que eu. As mensagens começaram a ser inexistentes, a preocupação inicial passou a ser um "Olá" apenas quando te lembravas de mim, chegamos ao fim antes sequer de termos começado alguma coisa, nunca disse que te amava porque esse não era o sentimento explicito, foi pouco tempo para tal efeito. Podes dizer quantas vezes quiseres para não ter a ideia que tenho mas a verdade é que já penso aquilo do qual tinhas medo. Não, não me usas-te porque a culpa foi minha, unicamente minha ao fazer o que decidi fazer, aconteceu como algo mais poderia ter acontecido. Mas enfim, o fim chegou (...)! CristianoMoura.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

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Todo o ser humano sonha com algo pelo qual sempre quis chegar a lutar. Sonhamos quando dormimos, quando estamos acordados, dizem ser espécies de sonhos diferentes. Quando estamos a dormir há o sonho com os nossos problemas, com os nossos stresses e muitas das vezes parece que conseguimos arranjar soluções para os problemas nesse sonho. Mas quando estamos de olhos bem abertos e há o inicio de um sonho, esse faz-nos quase voar, faz-nos sentirmo-nos fortes por nós mesmos, afinal aquele é o nosso sonho e algo nos chama para a sua realização. Ambas as perspectivas de sonho são importantes por si só, ambos são o que nós somos, problemas, nervosismo mas ao mesmo tempo somos tambem desejos, opiniões, somos tudo isso e muito mais que ninguém sabe. Os sonhos são tambem isso: diários, os quais não precisam de chave para ser trancados. Os sonhos são o mundo que ninguém controla a não sermos nós.
CristianoMoura!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Internet! ♥


Começo apenas por salientar que isto não é uma carta de despedida ou uma carta em que eu simplesmente falo mal de vocês ou retalio as razões que nos levaram a ser o que somos, cada relação da forma de cada relação. Conheci-vos a todos no mundo que prometia ser maravilhoso apelidado de Internet, apeguei-me a cada um de vocês. Conheci um mundo de possibilidades, um mundo que eu conseguia finalmente controlar, um mundo em que eu era o senhor. Adicionei cada ser a quem me refiro, comecei por escrever um "Olá, tudo bem?" e cerca de meses foi o tempo necessário para cada relação destas evoluir, confiança, apego, sentimentos nutridos e muitas vezes que não soube aproveitar. Apenas quando me chamaram viciado percebi, percebi que eu não conseguia mais colocar contacto com uma pessoa desconhecida sem um ecrã a separar-nos. É verdade, viciei-me porque mais uma vez defendo que aquele era o "meu" mundo, criei percepções que jamais alguém entenderá, sentimentos que foram destruídos pela presença de erros, erros esses que não deveriam ser feitos mas a fraqueza foi mais forte, (desculpa Pedro), senti o que senti quando conheci a pessoa mais maravilhosa deste modo, o modo da Internet, (foi um prazer CatarinaSofia), guardei pessoas que chamaria para sempre e mais de metade delas desapareceu sem eu querer mas no fim percebi que os melhores são os ultimos a partir, (amo-te Soraia Castro), percebi mais uma vez então que aqui, na Internet, nada acaba apenas é substituido, sim, substituido porque encontrei mais uma vez uma pequena que me chateia mas eu chateio tambem, (o sentimento é grande Celina), mas escrevi não para ser mais um texto em que falo de vocês foi para esclarecer que tenho medo, medo de que estas relações não passem disso mesmo, relações virtuais. Tenho e sinto o medo , aquele que não me deixa entrar num comboio para ir ter com vocês, sinto tambem o afastamento de cada um de vocês, percebi então que nenhuma destas relações são constantes, nem eu o sou. Realizei na minha ideia um sentimento duradouro com cada um dos nomeados mas afinal nada se pode ter como garantido e é apenas por isso que o sentimento de receio teve de sair hoje porque eu amo-vos acima de tudo, um amor controverso é verdade mas sentido e acho que sem estas relações estranhas não era o que sou hoje, um atrofiado do cérebro. Obrigado e desculpem lá qualquer coisa, tinha de o dizer! Lamento. CristianoMoura!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

"verdade dos sentimentos"


Encontrava-me a correr, como faço todos os dias, a ouvir música e ao mesmo tempo noutro local, num local que me trazia as mais diferenciadas memórias, até que começou a chover e eu continuei a praticar desporto, as minhas lágrimas confundiam-se com as gotas de chuva que se encontravam na minha face, quando me cruzei com pessoas rebaixei-me, baixei os olhos para simplesmente não levar com perguntas de "Que se passou Cristiano?". Continuei a correr até chegar ao ponto mais alto da terriola onde vivo, vi então que tudo com chuva parecia melhor, a tremer com frio e a olhar o céu, a levar com gotas de chuva na cara as memórias voltaram e percebi que nestes 18 anos apenas algumas coisas, talvez as mais importantes, valeram a pena, não consegui sequer nomear nomes ao chorar, queria referir o porquê de me terem deixado e só me saiam vogais confusas com adjetivos, confusos com parágrafos apenas saiam as letras iniciais que bastavam para perceber que afinal o melhor mesmo era esquecer o que se passou e não tentar perceber razões de tais acontecimentos, mas a realidade é que não, não quis que isso acontecesse assim, quis sorrir e mais uma vez olhei para o céu a ouvir música e comecei a correr, de novo me cruzei com pessoas e o mesmo ritual fiz, percebi então que o melhor era voltar para casa para esquecer um bocado do que se passara, mas ao voltar para as quatro paredes em que me escondo eu vi o cavalo da vizinha a saltar perto de mim e percebi que ele estava feliz por estar livre e eu invejei aquele ser durante momentos e perguntei-me o porquê de não poder sorrir como aquele animal, o porquê de não puder saltar livremente então percebi que o orgulho é o meu forte, que o amar as minhas decisões são o meu decalábro, concretizei que tudo o que decidi para mim estava errado ou talvez antecipado demais, pensei puder viver sem aqueles seres que deixei no passado mas a realidade é que não posso e agora pergunto-me o que fazer para melhorar esta situação e apenas ouço um silêncio irritante que apenas são as gotas da chuva a continuar a cair, chorei e continuo a chorar ao escrever isto, chorei e vou chorar por pessoas da minha vida que vão ficando pelo caminho mas a vida é assim e afinal o sentimento continua todo cá. Agradeço todo o sentimento mutuo, todos os sorrisos, telefonemas e crises existenciais que tivemos juntos porque só cada um de vocês sabe do que falo, até mais. CristianoMoura!